Lucas Dosky
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
PREFÁCIO DO MEU PRIMEIRO LIVRO DE POESIA... SAIBA PRQ DECIDI ESCREVER!
PREFÁCIO
“Poemas Ultra-Românticos e Outros”, uma simbiose de diversidades poéticas, por um lado pela apresentação de poemas característicos a um romantismo exacerbado e por outro lado por apresentar poemas que relatam uma série de acontecimentos sociais e consagrados, postos à interpretação de cada leitor.
Falando de Ultra-Romantismo, característica que o poeta mais investiga e inspira-se, é falar da corrente substituta do Romantismo. Os escritores do séc. XIX exageraram as normas estabelecidas pelos seguidores da corrente que os antecedia.
Em “Poemas Ultra-Românticos e Outros”, os sujeitos poéticos da maior parte dos poemas, os seus interiores passam a ser egocêntricos, ou seja, vivem obcecados com seus íntimos, sentem-se frustrados, centro das atenções, abandonados, loucamente apaixonados sem ter espaço para nada. O conteúdo temático fundamenta o terrorismo, pois os temas que predominam são melancolia, o tédio, a morte, a tristeza e a solidão, isto explica o facto de que no período em que se viveu o U/R (finais do séc. XIX), considerava-se essa época como sendo o “Mal do Século”, destacando o pessimismo e o desencanto pela vida.
O poeta para além do exagero ao Romantismo, mostra também a sua inclinação para os poemas românticos, que emocionam e incentivam o desempenho ao amor, sem esquecer daqueles que espelham o mundo real e por fim nota-se os de dedicação a seu pai, divindades, familiares e amigos.
Sendo jovem e envolvido num mundo apaixonado, encantado e preenchido de factos desde os mais tristes, excitantes aos mais comoventes e emocionantes, não deixaria de
espelhá-los, se bem que a muitos parecem inusitados, mas que o mesmo vê como fonte de pacificação espiritual.
Caros leitores, espero que não se espantem com o U/R, como já havia destacado no antelóquio, esta corrente o seu fundamento está no exagero do Romantismo, sobretudo na linha temática. Isto explicará o facto de que em poemas como “Lutar para te ter”, “Nada vale as noites”, “Ainda”, “Te espero”, “Dilema”, “Amor mórbido”, “Lembranças”, “amor teimoso” e tantos outros, estarem substanciados de temas para além dos supracitados, a saudade, a ilusão, enganos (…) o sujeito poético que se apresenta nestes poemas parece inútil, muita das vezes atraído e traído no amor. Por consequência, o autor chama a maior atenção ao escolher um destes para declamar ao seu amor, e aposta na reconciliação dos amores pelo poder da emoção que estes poemas acarretam.
Bizarro! … Sim, muito estranho mesmo, nem já se sabia ler um poema, os versos quedavam o sentido melódico da recitação, outrossim, detestava-os. Mas, o que justificaria a suposta habilidade que então acarreta? – Para começar a navegar pelos recônditos do género lírico teve que se endividar com a sua professora de literatura. Sim, endividar-se! No primeiro ano da faculdade, mais precisamente no segundo semestre, em plena a tarde, estava a doutora, literata especialista a falar do ultra-romantismo brasileiro, quando notara que um quarteto de estudantes barulhava. Era eu, o José, que figura! O Diogo e o Tavares, bem! O Cláudio também, mas a Doutora apanhou com a boca na botija o referido quarteto. Em seguida, porque já estava mesmo no fim, deu-nos como tarefa, decorar um poema, para na aula seguinte enfrentar os colegas e declamarmos. E, como todos seus estudantes queriam surpreendê-la, caprichei na preparação, que por sorte me foi dado para decorar o poema Saudades, de Álvares de Azevedo. Foi um castigo divinal, sem igual, não sei como li, não sei como decorei, mas amei, embora na aula a seguir, a Professora não cobrara, estava preparado. Depois daquilo estava apaixonado, sim apaixonado, atenção! “Não pela Prof.” mas pela corrente literária, pela poesia, enfim, pela literatura e decidi um dia começar a rabiscar os papéis com a arte e a imaginação e ser considerado um grande escritor.
Vanessa e Domingas, agora entendem o porquê da gratidão à literata? Não fiquem mais com ciúmes! Aliás, como vocês mesmo dizem não é ciúmes, mas o valor exagerado que dás à Prof. Vêem?! Simples gratidão à Dra. F. F.
José Lucas
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Dia Histórico para Angola - Eleições 2012
A população angolana está a exercer o seu direito de voto há três horas em todo o território nacional. Logo pelas 7 da manhã, hora de abertura das urnas, registou um movimento intenso de eleitores e agora as 10.349 assembleias de voto em toda a Angola aparentam estar mais desafogadas.
Não há registo de qualquer incidente até ao momento e os eleitores têm exercido o seu direito de voto de forma ordeira e tranquila. Nestas primeiras horas da manhã, algumas das principais figuras das várias listas já votaram, assim como vários titulares de cargos públicos.
O presidente da UNITA, Isaías Samakuva, exerceu o seu direito de voto depois das nove da manhã, na assembleia de voto 152 situada na Universidade Óscar Ribas em Talatona, e manifestou a sua satisfação pelo momento que o país está hoje a viver. O cabeça de lista da UNITA aproveitou ainda para deixar críticas à forma como foi realizado o credenciamento dos delegados presentes nas mesas de voto. Samakuva disse mesmo que o seu partido não conseguiu credenciar centenas de delegados e por isso mais de mil mesas de voto estão a funcionar sem qualquer representante da UNITA.
Minutos depois foi a vez de Manuel Vicente, número dois da lista do MPLA, votar na Cidade Alta no Colégio Yara Jandira. Manuel Vicente mostrou-se satisfeito com este dia de eleições e reiterou a confiança na vitória do seu partido.
O ministro da Administração Interna, Bornito de Sousa, também já colocou o voto na urna e, à comunicação social, garantiu que as assembleias de voto estão a funcionar desde a hora prevista e todos os eleitores vão poder votar se chegarem até às seis da tarde ao local de votação.
O cabeça de lista do MPLA e Presidente da República, José Eduardo dos Santos, ainda não votou e prevê-se que o faça nas próximas horas. O mesmo deve acontecer com os outros cabeças de lista que concorrem a estas eleições.
Cerca de 9 milhões de angolanos estão recenseados para este acto eleitoral que é o terceiro que se realiza em Angola desde a Independência em 1975.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
RESUMO DA MINHA OBRA "Poemas Ultra-Românticos e Outros"
“Poemas Ultra-Românticos e Outros”, uma simbiose de diversidades poéticas, por um
lado pela apresentação de poemas característicos a um romantismo exacerbado e por outro lado por apresentar poemas que
relatam uma série de acontecimentos sociais e consagrados, postos à
interpretação de cada leitor.
Falando de
ultra-romantismo, característica que o poeta mais investiga e inspira-se, é
falar da corrente substituta do Romantismo. Os escritores do séc. XIX
exageraram as normas estabelecidas pelos seguidores da corrente que os
antecedia.
Em “Poemas
Ultra-Românticos e Outros”, os sujeitos poéticos da maior parte dos
poemas os seus interiores passam a ser egocêntricos, ou seja, vivem obcecados
com seus íntimos, sentem-se frustrados, centro das atenções, abandonados,
loucamente apaixonados sem ter espaço para nada. O conteúdo temático fundamenta
o terrorismo, pois os temas que predominam são melancolia, o tédio, a morte, a
tristeza e a solidão, isto explica o facto de que no período em que se viveu o
U/R (finais do séc. XIX), considerava-se esse período como sendo o “Mal do
Século”, destacando o pessimismo e o desencanto pela vida.
O poeta
para além do exagero ao Romantismo, mostra também a sua inclinação para os poemas
românticos, que emocionam e incentivam o desempenho ao amor, sem esquecer
daqueles que espelham o mundo real e por fim nota-se os de dedicação a seu pai,
divindades, familiares e amigos.
Sendo jovem e envolvido num mundo apaixonado,
encantado e preenchido de factos desde os mais tristes, excitantes aos mais comoventes
e emocionantes, não deixaria de espelhá-los, se bem que a muitos parecem
inusitados, mas que o mesmo vê como fonte de pacificação espiritual.
Caros leitores, espero que não se espantem com o
U/R, como já havia destacado, esta corrente, o seu fundamento está no exagero
do Romantismo, sobretudo na linha temática. Isto explicará o facto de que em
poemas como “Lutar para te ter”, “Nada
vale as noites”, “Ainda”, “Te espero”, “Dilema”, “Amor mórbido”, “Lembranças”,
“amor teimoso” e tantos outros estarem substanciados de temas para além dos
supracitados, a saudades, a ilusão, enganos (…) o sujeito poético que se apresenta
nestes poemas parece inútil, muita das vezes traído no amor. Por consequência,
o autor chama a maior atenção ao escolher um destes para declamar ao seu amor,
e aposta na reconciliação dos amores pelo poder da emoção que estes poemas
acarretam.
Bizarro… sim, muito estranho mesmo, nem já se
sabia ler um poema, os versos quedavam o sentido melódico da declamação,
outrossim, detestava-os. Mas, o que justificaria a suposta habilidade que então
acarreta? – Para começar a navegar pelos recônditos do género lírico teve que
se endividar com a sua professora de literatura. Sim, endividar-se! No primeiro
ano da faculdade, no segundo semestre, em plena a tarde, estava a doutora,
literata especialista a falar do ultra-romantismo brasileiro, quando notara que
um quarteto de estudantes barulhava. Era eu, o José, que figura, o Diogo e o
Tavares, bem! o Cláudio também, mas a Doutora apanhou com a boca na botija o
referido quarteto. Em seguida, porque já estava mesmo no fim, deu-nos como tarefa,
decorar um poema, para na aula seguinte enfrentar os colegas e declamarmos. E
como todos seus estudantes queriam surpreendê-la, caprichei na preparação, que
por sorte me foi dado para decorar o poema Saudades,
de Álvares de Azevedo. Foi um castigo divinal, sem igual, não sei como li, não
sei como decorei, mas amei, embora na aula a seguir, a Professora não cobrara,
estava preparado. Depois daquilo estava apaixonado, sim apaixonado, atenção, não
pela Prof. mas pela corrente literária.
Vanessa e Domingas, agora entendem o porquê da
gratidão à literata? Não fiquem mais com ciúmes! Aliás, como vocês mesmo dizem
não é ciúmes, mas o valor exagerado que dás à Prof. Vêem? Simples gratidão.
José Lucas
“O Ultra-romantismo fundamenta o desencanto pela
vida”, Fátima Fernandes, Ph.D.
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